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Katrin Oberrauner

Ich bin am 27.10.1985 in der steirischen Hauptstadt Graz geboren und in einer fünfköpfigen Familie aufgewachsen. Meine gesamte Schulzeit verbrachte ich in Graz. Nach dem Abschluss des Gymnasiums bin ich im Juli 2004 nach Spanien gereist. Das Land und die Leute lernte ich in den sechs Monaten über meine Mitarbeit auf verschiedenen biologischen Farmen kennen. Im Anschluss daran machte ich ein Praktikum bei der Österreich Werbung in Madrid, wodurch ich bereits einen interessanten Einblick in den Bereich der interkulturellen Zusammenarbeit zwischen Spanien und Österreich bekam. Nach meiner Rückkehr von Spanien, arbeitete ich drei Monate als Eisverkäuferin in Graz, um mir damit meine erste Reise nach Brasilien zu finanzieren. Mein erster prägender Kontakt mit der brasilianischen Kultur fand in Recife, im Nordosten Brasiliens statt, wo ich in einem Sozialprojekt für Straßenkinder mithelfen konnte.

Inspiriert von meinen Erfahrungen in Spanien und Brasilien, beschloss ich im Jahr 2005 meine Heimatstadt zu verlassen, um in Wien Kultur- und Sozialanthropologie zu studieren. Zusätzlich belegte ich Spanisch- und Portugiesischkurse auf der Romanistik, nicht nur auf Grund meiner Leidenschaft für beide Sprachen, sondern auch mit dem Ziel vor Augen, meine Sprachkenntnisse zu verbessern, um mir den Zugang zu den Kulturen zu erleichtern.

 

Im Juli 2006 führte mich meine Mitarbeit in einem weiteren Sozialprojekt im Ceará, Nordosten Brasiliens, wo ich den einheimischen Kindern und Jugendlichen die englische und deutsche Sprache näher brachte, wieder zurück nach Brasilien.  Hier konnte ich das zuvor theoretisch erlernte Wissen in die Praxis umsetzen. So wurde mir  wieder ein bisschen mehr von dieser vielseitigen Kultur offenbart.

Wieder zurück in Wien, nach drei bereichernden Monaten im Nordosten Brasiliens, die meine Zuneigung für das Land, die Leute und die Sprache verstärkten, beschloss ich ein Stückchen Brasilien in meinen Wiener Alltag zu holen. Neben der Anthropologie begann ich im Jahr 2006 mit dem Studium “Übersetzen/Dolmetschen” und tauchte im Zuge dessen und meines wachsenden brasilianischen Freundeskreises immer mehr in die brasilianische Welt in Wien ein.

 

Im Jahr 2007 verschlug es mich ein weiteres Mal nach Brasilien, diesmal ermöglichte mir ein Praktikum bei der österreichischen NGO Horizont 3000 eine mir völlig neue Seite der brasilianischen Kultur, die “cultura sertaneja” kennen zu lernen. Ich lebte drei Monate im sertão baiano, wo ich in einer Kooperative von KleinbäuerInnen mitarbeitete. Die Kooperative, die Produkt interkultureller Zusammenarbeit ist, hat mich wieder gelehrt, wie bereichernd das Aufeinandertreffen unterschiedlicher Kulturen sein kann. Als angehende  Anthropologin und Dolmetscherin sehe ich die Vermittlung kultureller Besonderheiten für ein interkulturelles Verständnis als eine meiner essentiellen Aufgaben an. Für mich stellt diese Aufgabe vor allem in der Zusammenarbeit zwischen Brasilien und Österreich eine enorme Bereicherung dar.  Deshalb freut es mich besonders, dass ich im Zuge meiner kürzlich erfolgten Aufnahme in der Abrasa nun die Möglichkeit habe, bei der Bekanntmachung und Vermittlung der brasilianischen, vor allem der afro-brasilianischen Kultur in Österreich mitzuwirken und mich somit für ein positives Miteinander und ein gegenseitiges kulturelles Verständnis einsetzen kann.

 

Eu nasci no dia 27 de outubro em 1985 na cidade de Graz, capital da Estiria, na Áustria. Passei toda a minha infância e escolaridade em Graz convivendo com meus pais e dois irmãos menores. Aos 18 anos, depois do colégio fui para a Espanha onde conheci o país e o povo espanhol através de trabalhar em diversas fazendas ecológicas. Na mesma viagem ainda tive a possibilidade de fazer um estágio na “Österreich Werbung” em Madri, onde fiz as primeiras experiências na área de colaboração intercultural entre a Áustria e a Espanha.  Quando voltei da Espanha trabalhei três meses numa sorveteria em Graz para financiar minha primeira viagem para o Brasil.  Meu primeiro contato com a cultura brasileira aconteceu em Recife, no Nordeste do país, onde pude ajudar num projeto social através de ensinar inglês para as crianças de favelas.  Inspirada de todas as experiências das minhas viagens decedi no ano 2005 partir da minha cidade natal para cursar antropologia cultural e social em Viena. Além do curso de antropologia matriculei no instituto romanístico para melhorar meus conhecimentos da língua espanhola e da língua portuguesa não somente para dominar ambas línguas, mas também para facilitar meu acesso às culturas e assim obter um entendimento cultural mais profundo.  No mês de julho em 2006 tive a possibilidade de voltar para o Brasil graças a um projeto social num pequeno povoado no Ceará, Nordeste, onde dei aulas de inglês e alemão para crianças e adolescentes. Na minha estadia neste povoado, onde a maioria da população era humilde e carente aprendi muito sobre uma das muitas realidades brasileiras. Essa experiência  foi  um complemento essencial aos conhecimentos teóricos que tinha acumulado nos meus cursos da faculdade em Viena.  Esses três meses que passei morando  e trabalhando no Ceará não somente ampliaram meus conhecimentos da cultura brasileira, mas também intensificaram a minha fascinação pelo país, pela língua e pelo povo brasileiro e em fim me levaram a decisão de cursar, além da antropologia, a disciplina “tradução/interpretação” com os idiomas português e espanhol no instituto de Translationswissenschaften em Viena. Através do curso comecei a dedicar-me cada vez mais à cultura brasileira e hoje posso dizer que o Brasil que antes achava que ficasse muito longe da minha vida em Viena já está presente no meu dia-a-dia vienense.
Em 2007 voltei outra vez para o Brasil e outra vez cheguei a conhecer uma nova realidade brasileira, a cultura sertaneja, que na época era totalmente estranha para mim. Através de um estágio numa ONG austríaca (Horizont3000) passei três meses morando no sertão baiano  trabalhando numa cooperativa agropecuária de pequenos produtores (COOPERCUC).
A cooperativa que é um produto de colaboração intercultural me mostrou a grande dimensão de enrequecimento que um encontro de culturas diferentes leve consigo.
Como futura antropóloga e tradutora/interpreta vejo a minha posição na área da colaboração, ou seja, comunicação intercultural, isto significa, entre outras coisas, mediar entre as culturas, ou seja, promover e informar sobre as diversas particularidades culturais que cada cultura tem. Por isto fico muito feliz por poder cooperar com a Abrasa na divulgação das particularidades da cultura brasileira na Áustria e assim apoiar a colaboração intercultural entre Brasil e Áustria.

Sheila Mara Alves Vieira

Sheila Mara Alves Vieira – sheilamaraalves@internationalabrasa.net
Brasileira
09/06/65 – Vitória /ES
 
Portfolio
www.freewebs.com/sheilamara
 
Sheila Mara, nascida em Vitória, capital do Espírito Santo, sudeste do Brasil, despertava desde cedo a curiosidade de todos com a perfeição dos desenhos que fazia, já aos nove anos de idade. Na adolescência aperfeiçoou suas suas técnicas estudando pintura em tela e em porcelana.
Foi querendo desenvolver seus dons que ela partiu para o Rio de Janeiro, onde se formou em arquitetura pela Universidade Gama Filho. Mas Sheila Mara se interessava por muito mais! Decoração, por exemplo. As cores que sempre fizeram parte do seu universo e sua personalidade, também trouxeram mais vida a muitos ambientes.
Ainda como universitária, estagiou desenhando os projetos do renomado arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer, sonho de todo estudante de arquitetura no Brasil. Seu trabalho de monografia lhe rendeu o Prêmio Arquitetos do Amanhã, do Instituto Arquitetos do Brasil, por seu projeto “Habitação Popular”.
De volta à Vitória, em 1993, foi convidada a trabalhar em uma agência de publicidade, onde se envolveu profundamente com design gráfico. Mas Sheila Mara está sempre em processo evolutivo e passou também a expor em 1997, estreando como artista gráfica na Primeira Exposição Digital de Vitória.
Daí se seguiram várias exposições, das quais 3 individuais e 12 coletivas, até que se mudou para a Áustria em 2006. Mas ainda em 2005, Sheila Mara sentiu a necessidade de capturar ela mesma as imagens das quais precisava para montar suas obras a fim de imprimir cem por cento de si no resultado final. E no seu ciclo evolutivo, começou a fotografar.
Ninguém duvida das habilidades dessa geminiana cheia de alegria de viver. Tudo isso pode ser visto em seu trabalho, especialmente no evento Áustria Brasil em Movimento 2009, do qual Sheila Mara será a fotógrafa oficial, e registrará as emoções de cada momento.

Alexandre Cerqueira

Consultor

Website: www.ottu.com.br

Queila Rosa

Presidente
QueilaDançar para ela é externalizar uma miríade de sentimentos internos. Significa deixar-se levar pelo ritmo e aguçar a humanidade dentro de cada um de nós. Nascida na Bahia/Brasil, no dia 18 de agosto de 1976, Queila começou a dançar aos 5 anos de idade e desde então não conseguiu parar. Tudo começou nas apresentações escolares e, logo, Queila estava competindo na Radio Cultura da Bahia. Seguindo seus instintos perseverou dançando para seus Orixás revelando o futuro brilhante que tinha pela frente. Queila começou os estudos na Fundação National de Dança e Cultura do Estado da Bahia da Universidade Estadual da Bahia. Dançarina profissional e professora de dança afro fez cursos de Cidadania e cultura afro, Projeção coreográfica, Composição em dança, Corpo e consciência, Danças populares – Danças dos orixás e seus elementos, Improvisação, Dança moderna, Condicionamento e alongamento, Ballet clássico e Rítmica. Há mais de 10 anos que a Queila Rosa se dedica à dança de ritmos afros, iniciou sua carreira no ballet folclórico da Companhia de dança Magia e Bahia. Logo começou a trabalhar como professora e dançarina na Diáspora Art Center Company. Dançou para o Ballet Folclórico da Bahia e seguiu sua trajetória passando por várias instituições sempre buscando aprimorar sua expressão corporal e, concomitantemente, aperfeiçoar sua didática de ensino da dança. Dentre estas instituições pode-se citar a Companhia de dança crioulas eventos, Afoxé ataoja, Companhia de dança e folguetos, Caminhada axé, Cortejo afro, Associação de Capoeira Angola (professora de dança afro para adulto e adolescente; obs. Sem percepção rítmica ou iniciantes), Axé do Brasil Tóquio Summer Festival-Sougetsu Hall/Shizuoka University of Arte Culture in Shizuoka-07/08/2003. Participou das Olimpíadas da Primavera Realizada pela Fundação Cultural do Estado da Bahia Na Direção da Professora e Coreógrafa Rita Rodrigues , do Festival de Dança e Música no Teatro em Salzburg Interior da Áustria, do Seminário dos Médicos em Viena-Áustria Performance Afro(solo), do Carnaval de Graz Interior da Áustria show Brasileiro com Caramba Samba, do Hotel Continental em Belgrado Capital País Iugoslávia, do Carnaval na Dinamarca Representação Dançarina e Coreógrafa do Grupo á Banda, do Fest Kultur in Viena/Áustria Performance Afro Caribik, da Escola Mamborama em Viena Performance de Dança Afro Brasileiro e Latino Americana no Teatro Francês Estúdio Muliér. Elaborou o conceitos e figurinos dos Modelos dos postais da Bahia Tema os Orixás, Oxum, Oba, Yansá, Pomba Gira e Oxossy. Havia se mudado para Áustria e estava começando com a dança neste país. Trabalhou como Assistente e Coordenadora dos Eventos Brasileiros realizados pelo Instituto de Pesquisa em Viena Konak mas sentia que precisava fazer mais com profissional da dança para promover sua cultura nesta pais. Logo percebeu a necessidade de trabalhar a cultura afro brasileira no continente europeu divulgando a memória e cultura de seu povo. Esta foi a principal motivação da atual presidente da ABRASA que percebeu a necessidade de se promover o conhecimento e integração entre Brasil e Áustria. 
Em 2006, Queila trabalhou no IMPULSTANZ, como professora de dança afro junto com o renomado coreógrafo brasileiro, Sr.Ismael Ivo.

Dancing for her is to unveil a myriad of internal sentiments. It means to let yourself go with the flow liberating all the humanity stifled inside us. Queila Rosa was born in Bahia/Brazil, in August 18th, 1976, and, at age 5, she already knew dancing was her life. Everything started with school performances that soon would take her to a competition in Radio Cultura da Bahia. Following her instincts, she persevered dancing to her Orixás revealing the brilliant future ahead. Queila studied at the Fundação Nacional de Dança e Cultura of Bahia State of the Universidade Estadual da Bahia. As a Professional dancer and afro rhythm dance teacher, she concluded several courses in the area as: Citizenship and afro culture, Choreographic Projection, Composition in the dance, Body and Conscience, Popular Dance – Orixás Dance and its elements, Improvisation, Modern Dance, Conditioning and stretching, Classic Ballet  and Rhythmic. 
For more than 10 years Queila Rosa has dedicated herself to afro rhythm dance, she started her career in the folkloric  Ballet in the Magia e Bahia Dance Company. Afterwards, she worked as a professional dancer and dance teacher for the folkloric  Ballet of Bahia and she continued working with several other institutions, seeking new ways to explore the body expression, simultaneously, perfecting her dance teaching didactics. Some of these institutions were the Crioulas Events Dance Company, Afoxé ataoja, Company  of dance and folguetos, Caminhada axé, Cortejo afro, Association of Capoeira Angola, Axé of Brasil Tóquio Summer Festival-Sougetsu Hall/Shizuoka University of Arte Culture in Shizuoka.
Furthermore, she participated in the Spring Olympics organized by the Fundação Cultural do Estado da Bahia under the direction of the Professor and Choreographer Rita Rodrigues , in the Festival de Dança e Música in the theatre of Salzburg/Austria, in the Seminar of Medical Doctors in Vienna/Austria with a Solo Afro Performance, of the Carnival of Graz/Austria a Brazilian Concert with Caramba Samba, in the Hotel Continental in Belgrade/Yugoslavia, in the Denmark Carnival as Dancer and Choreographer of the Group á Banda, in the Fest Kultur in Vienna/Austria Afro-Caribbean Performance, in the Mamborama School in Vienna Afro-Brazilian and Latin-American Dance Performance  in the French Theatre Estúdio Muliér. She also designed concepts and costumes of the Orixás models of Oxum, Oba, Yansá, Pomba Gira and Oxossy shown in the Orixás Post Cards of Bahia together with the French photographer Christian Fehr. She moved to Vienna and started working as Assistant and Coordinator of Brazilian Event for the Institute of Research of Vienna Konak. Nevertheless she felt there was more she could give as an afro-brazilian Professional dancer. Soon she realized the need to acknowledge people about the afro-descendant brazilian culture and its memory in Europe. That´s what ABrasA means to Queila , she felt the lack of information about the afro-brazilian and she´s committed to promoting knowledge and integration between the two countries, Brazil and Austria. In 2006, Queila worked at the IMPULSTANZ, as a afro-rhythm dance teacher together with the well-known brazilian choreographer, Mr.Ismael Ivo.

Helder Barbosa

Website: www.aldeianago.com.br 

Celso Salles

 

I was born in may, 28 – 1959 – Ytirapina – São Paulo – Brazil

Email: csalles@educasat.com.br 
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Dr. Harrysson Luiz Silva

Dr. Harrysson Luiz SilvaConsultor ABRASA para Desenvolvimento de Projetos Culturais.

Pós-Doutor em Ergonomia Cognitiva, Doutor em Inteligência Artificial Aplicada, Formação em Psicologia Fenomenológica. Presidente do Conselho Consultivo do Instituto de Geração de Tecnologias do Conhecimento (www.igetecon.org), Coordenador do Grupo de Pesquisa GRCC (www.grcc.ufsc.br) credenciado pelo CNPq/MCT Brasil, Idealizador da Universidade de Geração de Tecnologias do Conhecimento – UNIGETECON (www.unigetecon.com), editor chefe da Revista – Environmental Management Conflicts.

 

E-mail: harrysson@uol.com.br

Florianópolis SC – Brasil

José Roberto Tavares de Paiva

José RobertoSou José Roberto de Paiva, fisico nuclear, professor e ambientalista. Há 30 anos milito na luta ambientalista; entendo que essa luta por um mundo melhor, mais humano, inclui a preservação da diversidade biológica e também a diversidade cultural dos diversos povose grupos humanos.
Amar, entender e preservar a floresta, sua riqueza e diversidade, procurar restabelecer os ciclos dos elementos da natureza, através da compostagem, da reciclagemsão tão importantes quanto respeitar e preservar as línguas, os costumes, as crenças dos diversos povos, que no Brasil incluem os povos indígenas, as raizes africanas dos negros, as raízes dos povos que emigrarampara o nosso País.
Morei 5 anos em Viena, trabalhando para a Agencia Internacional de Energia Atomica e me integrei na criação e nos objetivos da ABRASA. Agora, morando em Itatiaia – RJ, no Brasil, ajudei a recriar a Associação Ecológica Harmonia Ambiental (HA). A HA tem objetivos de Educação Ambiental, que são complementares aos objetivos sociais e culturais da ABRASA.

E-mail: josertpaiva@yahoo.com.br